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Autismo

Aline Crociari      quarta-feira, 25 de outubro de 2017

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Autismo, a partir da Lei Federal de 12.764 de 27 de dezembro de 2012 que instituiu a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, passou a ser considerado uma deficiência.

Transtorno do Espectro Autista é o termo utilizado atualmente para definir as pessoas que possuem Autismo.

Diante desta nova nomenclatura estabelecida pela Associação Americana de Psiquiatria – DSM-5 –foi excluído o termo Transtorno Global do Desenvolvimento – TGD e passaram a existir critérios clínicos diferenciados  e uma nova categoria diagnóstica para definir aquilo que estamos acostumados a chamar simplesmente de Autismo.

O Autismo não possui causas específicas e não tem cura. Atualmente, estudiosos estão realizando pesquisas sobre o funcionamento do cérebro a fim de encontrar novas possibilidades de tratamento.

Podemos dizer que o Autismo seria uma alteração no desenvolvimento, um transtorno neurobiológico que ocasiona dificuldades na interação social.

As crianças que possuem Autismo necessitam de auxilio para superar suas dificuldades na relação com o outro e assim poderem se desenvolver de forma positiva.

Como identificar a presença do Autismo?

Fique atento aos sinais:

- evita contato visual (olho no olho);

- apresenta interesse exagerado por um tema específico, como por exemplo: dinossauros e comunica-se e interage melhor quando fala sobre este tema;

- repete cenas de filme e/ou novelas, palavras e sons fora do contexto;

- apresenta aversão a barulhos e sons altos;

- reage negativamente diante de qualquer contato físico;

- ausência de medo, diante de situações que podem expor ao risco;

- compreende tudo ao “pé da letra”;

- não compreende expressões que apresentam sentido figurado;

- prefere brincas sozinho e sempre procura se isolar dos colegas;

- não responde quando é chamado;

- mexe os dedos e as mãos de maneira peculiar;

-demora a falar e, quando desenvolve a linguagem, esta parece ser diferente;

-realiza movimentos repetitivos sem motivo aparente;

- possui ritual e rotina própria;

- apresenta inflexibilidade quando ocorre a quebra da rotina.

Mas...e quanto ao diagnóstico?

O diagnóstico do autismo é clínico e os primeiros sinais costumam estarem presentes antes dos 03 anos de idade. A teoria ressalta que por volta dos 18 meses de idade já é possível realizar o diagnóstico.

A partir da observação dos primeiros sinais a criança deve ser primeiramente encaminhada ao setor de Saúde Mental Infantil e, posteriormente uma equipe multidisciplinar, composta por diversos profissionais – fonoaudiólogo, pediatra, psicólogo, neurologista – devem orientar a família sobre o tratamento adequado.

É de fundamental importância, neste contexto a relação harmoniosa e positiva entre a escola e a família para um melhor desenvolvimento da criança autista.

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Educação Especial
Educação Especial é o foco. Aline Crociari é Pedagoga Habilitada em Deficiência Intelectual, Especialista em Educação e Reabilitação de Surdos, Psicopedagoga Institucional.
Mestre em Educação Escolar, há mais de 15 anos trabalhando ,com Educação Especial, cria o site  "A Educação Especial" buscando disseminar conhecimentos sobre o tema, sempre em perspectiva inclusiva.

 

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